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Maxinst

Red Hat · Infraestrutura corporativa e modernização de aplicações

Modernize o legado sem perder o controle da operação.

Red Hat Enterprise Linux, OpenShift e Ansible formam uma única plataforma de infraestrutura para as aplicações que você já tem e para as que ainda vai criar, do datacenter à nuvem. A Maxinst leva essa plataforma do diagnóstico à operação contínua.

01

Segurança

Ciclo de vida previsível e suporte de produto Red Hat.

02

Controle

On-premise, nuvem pública ou híbrido. Você decide onde roda.

03

Menos manutenção

Operators e Ansible automatizam o que hoje é manual.

A plataforma

Uma plataforma de infraestrutura para todas as suas aplicações.

Aplicações legadas e novas rodam sobre a mesma base e com o mesmo modelo de operação, do datacenter à nuvem.

  1. Suas aplicações

    Legadas · máquinas virtuais / Modernas · containers

  2. Ansible Automation Platform

    Automação da operação de toda a pilha, do provisionamento à atualização

  3. Red Hat OpenShift

    Containers e VMs lado a lado · Operators · alta disponibilidade

  4. Red Hat Enterprise Linux

    RHEL no parque · RHCOS nos nós do cluster

  5. Datacenter, AWS, Azure, Google Cloud ou IBM Cloud

    Você escolhe onde a plataforma roda

Sistema operacional

Red Hat Enterprise Linux

Base estável do datacenter à nuvem, com suporte a x86, Arm, IBM Power, IBM Z e IBM LinuxONE, e ciclo de vida previsível (full support, maintenance support, extended life). Nos clusters OpenShift, a variante RHCOS roda em cada nó, com atualizações over-the-air e gestão integrada à plataforma.

Plataforma de aplicações

Red Hat OpenShift

Containeriza cada componente, automatiza deploy e upgrade via Operators e garante alta disponibilidade. Com o OpenShift Virtualization, máquinas virtuais e containers rodam na mesma plataforma: o legado continua operando enquanto é modernizado.

Automação

Red Hat Ansible Automation Platform

Automatiza a operação da infraestrutura, do provisionamento à atualização, com o mesmo padrão em todos os ambientes e menos erro humano.

Modernização de aplicações

Modernize no ritmo do negócio, sem reescrever tudo de uma vez.

Cada aplicação segue o caminho que faz sentido para ela. O diagnóstico define qual.

VM → VM no OpenShift
01

Rehospedar

As máquinas virtuais atuais passam a rodar no OpenShift, sem alteração nas aplicações. O legado ganha o mesmo modelo de operação das aplicações novas.

VM → container
02

Replataformar

As aplicações que mais se beneficiam de escala e automação são conteinerizadas, com deploy e upgrade gerenciados por Operators.

Monolito → serviços
03

Refatorar

As aplicações críticas evoluem para arquiteturas modernas, em etapas, sem interromper a operação.

Em todas as etapasAutomação com Ansible Automation Platform, do provisionamento à atualização.

Por que Red Hat

Segurança, controle e menos esforço de manutenção.

Segurança

Ciclo de vida previsível do sistema operacional (full support, maintenance support, extended life), suporte de produto Red Hat e nós do cluster com atualizações over-the-air, gerenciadas pela própria plataforma.

Controle

Você decide onde a plataforma roda: datacenter on-premise, nuvem pública (AWS, Azure, Google Cloud, IBM Cloud) ou modelo híbrido, com o método de instalação adequado ao nível de controle da sua equipe: IPI, Assisted Installer, Agent-based installer ou UPI.

Menos manutenção

Operators automatizam deploy e upgrade. Ansible automatiza a operação e reduz o erro humano.

61%menos downtime não planejado (IDC, estudo patrocinado pela Red Hat)

Reconhecimento de mercado que sustenta essa escolha.

4 anos

Red Hat é líder no Gartner Magic Quadrant há 4 anos consecutivos em Container Management e 3 anos consecutivos em Cloud-Native Application Platforms (Gartner, 2026).

9,1

trScore de 9,1 no TrustRadius para o OpenShift (média da categoria: 8,4); 97% dos usuários recomprariam a plataforma.

668%

de ROI em 3 anos e 8 meses de payback para quem automatiza operações com Ansible Automation Platform (IDC, estudo patrocinado pela Red Hat, 2024).

CRN 2025

Red Hat OpenShift Virtualization Engine venceu o CRN Tech Innovator Awards 2025 na categoria Virtualization/VDI.

Para quem usa IBM Maximo

Seu Maximo não roda sozinho. Ele roda sobre Red Hat OpenShift.

O suporte padrão para o IBM Maximo Asset Management 7.6.1.x (EAM) e produtos relacionados terminou em 30 de setembro de 2025. Existe extensão paga (Extended Support por 1 ano, Sustained Support por até 5), mas a direção estratégica da própria IBM é clara: migrar para o Maximo Application Suite (MAS).

O problema é que essa migração não é só uma atualização de versão. É uma mudança de infraestrutura inteira: o MAS não roda mais sobre a arquitetura J2EE simples do EAM. Ele roda sobre Red Hat OpenShift, com Operators, containers, controle de storage, identity provider, load balancer, tudo isso orquestrado.

A Maxinst atua exatamente nessa camada: dimensionamento do hardware, dimensionamento do cluster, instalação (via MAS CLI e OpenShift Pipelines), configuração, pré-requisitos como o Cloud Pak for Data, identity provider e storage persistente, e a operação contínua dessa infraestrutura depois que ela vai para produção.

IBM Silver Partner
Maxinst é parceira IBM Silver e parceira Red Hat.
  1. IBM Maximo Application Suite

    EAM, APM, Monitor, Visual Inspection

  2. Red Hat OpenShift Container Platform

    Operators, containers, alta disponibilidade

  3. RHCOS + Ansible

    Sistema operacional dos nós e automação da operação

Na prática: você não escolhe “se” vai depender de Red Hat para rodar o MAS. Você escolhe quem cuida dessa dependência por você.

Perguntas frequentes

Não encontrou sua pergunta? Um especialista responde no diagnóstico.

Solicitar diagnóstico técnico →
Precisamos reescrever nossas aplicações legadas para usar o OpenShift?

Não. Aplicações que rodam em máquinas virtuais podem ser levadas para o OpenShift Virtualization e operar ao lado de containers, na mesma plataforma. A modernização acontece por etapas, e o diagnóstico define o caminho de cada aplicação.

Dá para rodar essa infraestrutura on-premise, ou só em nuvem pública?

As duas opções existem. O Red Hat OpenShift suporta instalação em datacenter on-premise, nuvem pública (AWS, Azure, Google Cloud, IBM Cloud) ou modelos híbridos, com métodos de instalação como IPI, Assisted Installer, Agent-based installer e UPI, dependendo do nível de controle que sua equipe precisa ter sobre a infraestrutura.

O que acontece no diagnóstico técnico?

Um especialista da Maxinst levanta a necessidade de negócio, avalia o ambiente atual e propõe a tecnologia e o caminho de modernização mais adequados. Sem compromisso.

A Maxinst fornece as subscrições Red Hat?

Sim. Fornecemos o software, implantamos, integramos, sustentamos e evoluímos a solução conforme a necessidade.

A Maxinst substitui a Red Hat?

Não. A Maxinst atua na camada de implementação e orquestração dessa infraestrutura (dimensionamento, instalação, configuração, operação contínua). A tecnologia e o suporte de produto continuam sendo Red Hat.

O Maximo Application Suite realmente exige o OpenShift, ou dá pra rodar de outro jeito?

Exige. Segundo a documentação técnica oficial da IBM, o MAS roda sobre o Red Hat OpenShift Container Platform, seja em nuvem gerenciada (como Red Hat OpenShift on IBM Cloud) ou self-managed on-premise. Não existe caminho de instalação do MAS fora dessa base.

Ainda estamos no Maximo EAM legado. Precisamos migrar tudo de uma vez?

Não necessariamente de uma vez, mas o relógio já está correndo: o suporte padrão ao EAM 7.6.1.x terminou em 30/09/2025. Existem opções de suporte estendido (até 5 anos via Sustained Support), mas a direção estratégica da IBM é migrar para o MAS, e quanto antes o diagnóstico for feito, mais opções de caminhos para a migração ficam disponíveis.

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Um especialista da Maxinst avalia a necessidade de negócio, o ambiente atual e o caminho de modernização mais adequado. Sem compromisso.

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Red Hat, Red Hat Enterprise Linux, OpenShift e Ansible são marcas da Red Hat, Inc. IBM e Maximo são marcas da IBM Corp.